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Fogos de artifício: o vilão dos pets no réveillon | Jornal Em Destaque por Jornalista do ED: Helio de Carvalho em Da Redação

Fogos de artifício: o vilão dos pets no réveillon

Veja 10 dicas para tranquilizar seus bichinhos durante as comemorações



Fogos de artifício: o vilão dos pets no réveillon Classificação

Postado há 4 ano(s) | Rio de Janeiro | Da Redação |

Jornalista do ED: Helio de Carvalho

Final de ano é sinônimo de festa. E dentre as comemorações na noite de réveillon está a tradicional queima dos fogos de artifício, preocupando os tutores de pet já que por terem maior sensibilidade auditiva os bichinhos costumam sofrer em momentos como este.


O barulho dos fogos de artifícios é o vilão dos peludinhos e causa transtornos que podem deixá-los agressivos, além da eliminação de fezes/urina, salivação excessiva, vômito, hiperatividade, hipervigilância, busca de atenção, fuga, postura abaixada/encolhida, vocalização e tremores. Para lidar com o problema, a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica do Centro Veterinário Seres, da Petz, orienta a realizar um trabalho de força tarefa para habituar os bichinhos aos diversos barulhos, de uma maneira que se adaptem e não sintam medo nem estresse. 


Em pânico, os bichinhos podem ter reações inesperadas e se machucar. No caso de pets já doentes, o quadro de saúde pode se agravar, explica a Dra. Karina.


Ela também conta que muitos tentam fugir nessas ocasiões e, por muitas vezes, podem ficar presos em portas, portões ou janelas; quebrar objetos ou até mesmo vidraças e se cortar ou ferir. Há risco de atropelamento, pois o paciente pode escapar e ir para a rua. Se o artefato explodir muito próximo ao pet, pode lesionar o tímpano e, como consequência, comprometer a audição, acrescenta a veterinária.


Junto à Dra. Karina, elaboramos uma lista com 10 dicas muito especiais para acalmar você e seu pet no momento que estourarem os fogos.


10 Dicas para driblar o medo


1. Utilizar sons com barulhos de fogos e trovões, ou barulhos de TV ou som alto, no momento que tenha alguém em casa para acompanhar, desviar o foco, interagir com o pet, assim ele não associa o medo com algo negativo e sim com uma atividade divertida;


2. Utilizar protetores auriculares próprios para pets;


3. Deixar disponível na residência feromônios sintéticos (liberados por meio de um difusor elétrico) que auxiliam na adaptação;


4. Para alguns pets que preferem se esconder, restringir o espaço e ficar quietinho num local. Exemplo: caixa de transporte porto seguro;


5. Deixar roupas, toalhas e ou cobertores com o cheiro dos tutores para que os pets se sintam protegidos;


6. Não punir, mostrar indiferença ao comportamento de medo, mas sempre se manter perto;


7. Usar recompensas positivas (petiscos, brinquedos);


8. Cães e gatos costumam se esconder nesses momentos de medo, por isto é importante deixá-los livres, não prender na coleira e manter em espaço livre para que não se machuquem;


9. No caso dos gatos, é comum que sumam da vista dos donos. Se a casa ou o apartamento for seguro, com redes nas janelas e portões fechados, deixe o bichano por lá, evite ficar chamando para não o estressar mais;


10. Evite a automedicação, sem orientação do veterinário, pois há risco à saúde dos bichinhos.








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