Um
levantamento realizado pela organização internacional sem fins lucrativos OKBR,
também conhecida como Rede pelo Conhecimento Livre, avaliou que o estado do Rio
de Janeiro é o terceiro no Brasil e o primeiro no Sudeste com melhor qualidade
de dados sobre a pandemia mundial da Covid-19.
O
levantamento analisou conteúdo, formato e nível de detalhamento das informações
divulgadas nos portais estaduais e do governo federal. Somando 64 pontos de um
total de 100 da avaliação, o Rio de Janeiro divulga um bom nível de
informações, assim como o estado do Ceará. Apenas Pernambuco teve o nível de
informações classificado como ótimo.
Para o secretário de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, Edmar Santos, esse
levantamento mostra como o Governo do Estado está empenhado em disponibilizar
as melhores ferramentas para um acesso unificado e simples à informação.
Desde o início do enfrentamento da pandemia, estamos trabalhando para
viabilizar canais oficiais e confiáveis sobre a doença para a população. Temos
site, redes sociais, atendimento telefônico, painel online e atendente virtual.
Tudo disponível para todos. O objetivo é ser transparente e estar próximo da
população, explica.
Algumas informações foram divulgadas após a avaliação feita pela OKBR, como
criação da plataforma painel.saude.rj.gov.br, o lançamento do chatbot Sesin
Responde, disponível em chat.saude.rj.gov.br e dados sobre o Lacen, o que poderiam
fazer com que o estado do Rio estivesse ainda numa melhor posição.

A
Secretaria de Estado de Saúde emite, diariamente, um boletim feito pelo
Gabinete de Crise Para Enfrentamento do Coronavírus, com informações detalhadas
sobre a sua propagação e efeitos. O Jornal Em Destaque é a única empresa de notícias
da região que publica esse Boletim Oficial em sua Fanpage do Facebook,
permitindo, assim, que seu público leitor tenha informações seguras a respeito.
Em poucas semanas, centenas de novos seguidores foram acrescentados,
ultrapassando a 5.600.
Muita coisa
importante na vida das pessoas gira em torno do novo coronavírus. Seja no Site,
seja na Fanpage do ED, buscamos diariamente trazer informações relevantes,
checadas, daqui e do exterior, para que nossos leitores possam se prevenir e enfrentar
os reflexos dessa gripe seu no cotidiano, afirmou Helio de Carvalho,
jornalista fundador do Em Destaque.
Para analisar a qualidade dos dados fornecidos pelos estados, o levantamento
considerou três parâmetros: conteúdo, granularidade (detalhamento de
informação) e formato. Disponibilidade de informações como idade e sexo, além
de dados sobre a infraestrutura de saúde, testes disponíveis e aplicados
configuravam pontos positivos.
Veja o ranking da transparência por estado
Nível de transparência Alto:
Pernambuco
Nível de transparência Bom:
Ceará e Rio de Janeiro
Nível de transparência Médio:
Tocantins, Minas Gerais, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Roraima
Nível de transparência Baixo:
Rio Grande do Sul, governo federal, Alagoas, Bahia, Mato Grosso, São Paulo, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Piauí, Amazonas, Acre, Goiás
Nível de transparência Opaco:
Amapá, Espírito Santo, Paraíba, Paraná, Santa Catarina, Sergipe, Pará e Rondônia.
O Índice de Transparência Covid-19 é composto por 13 critérios de avaliação, divididos em três dimensões: Conteúdo, Granularidade e Formato. Quanto mais adequada aos padrões de dados abertos a forma de divulgação adotada pelo órgão, melhor a avaliação recebida.




