No
último sábado (14), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou o
objetivo de antecipar a aplicação da segunda dose da vacina da Pfizer a
partir do mês de setembro.

À
medida que a gente avança na primeira dose, já se rediscutiu colocar a Pfizer
no intervalo de 21 dias, em setembro. Nós já temos 70% da população acima de 18
anos com uma dose", afirmou o ministro. Por enquanto, o intervalo entre
as doses da Pfizer é de três meses, mas já estava na mira do Ministério da
Saúde adiantar a segunda dose. O governo federal precisou priorizar a aplicação
de pelo menos uma dose em toda a população com idade a partir dos 18 anos, no
entanto.
Mas
o que muda com esse novo objetivo do Ministério da Saúde?
Basicamente,
a população poderá completar o esquema vacinal da Pfizer em três semanas,
sendo que atualmente esse período é de três meses. A ideia do adiantamento
é conter a disseminação da variante Delta (confira tudo o que sabemos até agora sobre a cepa no
Brasil).
Esse
período de três meses foi adotado devido à baixa disponibilidade de imunizantes
do laboratório nos primeiros meses. Assim, a população poderá
completar o ciclo de imunização da Pfizer bem mais rápido.

A
gente só estudando para ver qual o melhor 'timing' disso, mas que vai diminuir,
vai. A gente precisa verificar o cenário de abastecimento, porque a Câmara
Técnica já sinalizou que é interessante avançar a imunização em primeira dose
e, só então, quando a gente tiver um cenário mais tranquilo de imunizados com a
primeira dose, a gente reduz o prazo para completar a imunização", apontou
o secretário-executivo, Rodrigo Cruz.
(Fonte: O Globo)




