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Arlindo Veiga dos Santos

O Cavaleiro Negro do Império.

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Arlindo Veiga dos Santos

Olá amigos e leitores do jornal em Destaque... Saudações monarquistas!


Hoje falaremos um pouco dele, o maior de todos os Monarquistas, o grande filósofo do movimento, aquele que fez a República Nova tremer. Ninguém menos do que Arlindo Veiga dos Santos, o fundador da Ação Imperial Patrianovista Brasileira, criador do tradicionalismo no movimento monarquista do Brasil.

Arlindo nasceu em 12 de fevereiro de 1902 na cidade de Itu, interior de São Paulo. Ele foi um escritor político com várias obras publicadas, jornalista, professor de latim, Inglês, História, Filosofia e Sociologia. Vindo a lecionar na Faculdade de São Bento e na Pontífica Universidade Católica de São Paulo. Arlindo foi ainda o criador da Frente Negra Brasileira, a maior liderança do movimento afro-brasileiro na primeira metade do século XX.



Como escritor, procurou trazer um novo retrato da cultura e da vida do povo brasileiro, onde procurou retratar na escrita, a alma monarquista orgânica da nossa gente. Entre sua vasta obra, estão os trabalhos como: Para a Ordem nova; Eco do Redentor; A lírica de Luiz Gama; O problema Operário entre outros. O livro “Amar... e amor depois” recebeu uma Menção Honrosa da Academia Brasileira de Letras em 1923.


Arlindo participou ativamente dos movimentos políticos sociais dos anos 30, sua militância monarquista tinha forte apelo nacionalista, sendo muito influenciado pelo catolicismo e pelo integralismo português. O Patrianovismo teve grandes diálogos com o movimento integralista brasileiro, mas nunca houve uma espécie de “soma de forças”, uma vez que os dois movimentos; Patrianovismo e Integralismo possuíam enormes diferenças conceituais e filosóficas o que tornava um consenso impossível.


Grande intelectual, Arlindo teve um enorme reconhecimento internacional, recebendo títulos e prêmios em diversas instituições pelo mundo.


No Brasil, recebeu a alcunha de “Anjo Negro”, e é, de longe, o grande filósofo do movimento monarquista brasileiro, sendo apontado como um dos maiores escritores da cultura popular brasileira de todos os tempos.


Pois bem minha gente, é de se admirar que o maior intelectual monarquista, criador dos dois maiores movimentos da cultura negra no Brasil, fosse justamente um negro? Será que o Império, que gerou tantos nomes e personalidades de imensa grandeza como o Arlindo, não seria uma melhor opção, principalmente para a comunidade negra? Fica aqui a pergunta e a reflexão.



E você amigo leitor, se interessou mais sobre a nossa história? Acompanhe-nos em nossa página no facebook, e fique mais informado sobre a Monarquia Parlamentarista em nosso país. Um forte abraço, saúde e paz!

Círculo Monárquico das Araras – Chancelaria – Francisco Sousa Junior.

Contato: (24) 999415498 – Watzzap. 


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