Milhares
de pessoas se juntaram nas praças e ruas de Buenos Aires, para manifestar apoio
à Cristina Kirchner.
A
ex-presidente da Argentina, e atual vice-presidente, foi alvo de uma tentativa
de homicídio na quinta-feira (1º), que acabou por falhar devido a um
defeito na arma do homem que, prontamente detido, se recusou a prestar
declarações à polícia. Autoridades tentas agora apurar se ele agiu sozinho ou
se contou com a ajuda de algum cúmplice.
Um
novo clima de inquietação tomou conta do país, após o atentado contra
sua vice-presidente. As manifestações são para demonstrar apoio à Cristina.
O
principal ato aconteceu na Praça de Mayo, um ponto tradicional de comícios e
outros atos políticos na frente da Casa Rosada, a sede do governo.
Alberto
Fernández, o presidente, decretou feriado nesta sexta-feira justamente para que
as pessoas pudessem participar de manifestações. Segundo o jornal "La
Nación", Fernández convocou representantes sindicais, empresários, membros
de organizações de direitos humanos e representantes de religiões para
participar do ato na frente da Casa Rosada e fazer um discurso contra a
violência.
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