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A "República de Curitiba" e suas muletas! | Jornal Em Destaque por Samuel Marques em Colunista


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A "República de Curitiba" e suas muletas!



A "República de Curitiba" e suas muletas! Classificação

Postado há 2 ano(s) | Rio de Janeiro | Colunista |

Samuel Marques

Existia um castelo de cartas montado por uma ala do judiciário, que nada tem com o mundo real que espantou o Brasil. Na história você tinha o Ministério Público e o Juiz que juntos combinavam estratégias, depoimentos, estratagemas políticas e condenações. Tudo bem arrumado, com direito a golpe financeiro e a fundo milionário idealizado nos Estados Unidos. Nesse caso específico o MP de Curitiba tinha a prerrogativa de decidir fazer o que quisesse com mais de 2 bilhões de reais, através dos conluios que depois ficaram evidentes entre a trupe do judiciário mambembe do Paraná.

Os caras venderam camisas, livros e até colocaram faixas com o orgulho de dizer que fizeram parte de uma quadrilha, a “República de Curitiba”. Com leis próprias e arranjos entre aqueles que investigavam e julgavam, o plano era evidente: parecer lutar contra a corrupção, em nome da construção de carreiras políticas eleitas sob e através da corrupção.

Depois das denúncias da “Vaza Jato” no Intercept, Moro desmoralizado, ficou provado sua intenção de mexer nas eleições de 2018, resultado que o deu convite para o Ministério da Justiça, no Governo daquele que venceu, graças a decisão parcial do Juiz malandro. Após isto, Moro ainda brigou com Bolsonaro, na tentativa de um voo solo à Presidência, e mesmo com tudo dando errado, no segundo turno da eleição passada passa novamente a pedir benção ao Capitão Cloroquina.

Em 2023 a “República de Curitiba” se perde totalmente. Aparentemente, com o plano dando certo, a família Moro e Dallagnol no poder, eleitos, mesmo à base de muita mentira e estrutura vendida, ainda no início do mandato, fica ali vagando entre uma extrema direita raivosa e um centro “anticorrupção”, mas se perdendo em pautas simples. Dallagnol logo é cassado e a Republiqueta rui de vez.

Não é possível a manutenção de um sistema de combinações de resultados jurídicos.

Moro se vestiu de algo que não podia bancar e seu único refúgio, odiado pela esquerda e pela direita, ainda é o Paraná. Mas o arcabouço fantasioso montado em cima de tudo isto não se sustentou. Sua parcialidade ficou evidente e sua fraqueza moral e jurídica latentes - a história perdoa a traição, mas nunca o traidor.

Moro é o retrato do político novo, deste século, que se acha maior do que de verdade o é, mais esperto do que aparenta e mais brilhante do que todos. Moro e cia são a falácia da nova política, alimentados pelos espertos e irresponsáveis. Moro é o Brasil de muleta.

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